Prefeitura de Petrópolis - RJ promove contratação temporária

A Prefeitura Municipal de Petrópolis, no Rio de Janeiro, vai realizar seleção para contratar temporariamente pessoal para exercer as funções de quem aderiu à greve anunciada pelo Sindicato Estadual de Educação na última quinta-feira.

A intenção é garantir o pleno funcionamento da rede municipal de ensino e evitar prejuízos aos alunos e seus responsáveis. Levantamento realizado na manhã de ontem pela Secretaria de Educação mostrou que das 180 unidades de ensino do município, apenas um Centro de Educação Infantil (CEI) ficou fechado, mas houve faltas pontuais em outras instituições. O governo também confirmou que vai apurar as faltas de profissionais que estão em estágio probatório.


“Não vamos permitir que um pequeno grupo de profissionais atrapalhe o funcionamento da rede municipal de ensino impedindo que os alunos frequentem as aulas ou ainda que fiquem com o dia a dia comprometido por falta de pessoal. Estamos tomando essas medidas administrativas em respeito às famílias, aos estudantes e ainda a todos os profissionais que não aderiram à greve”, disse o secretário de Administração e Recursos Humanos, Henrique Manzani, ao lado da secretária de Educação, Mônica Freitas, durante encontro com mães do CEI Irmã Dulce na tarde desta segunda-feira (8/9), o único fechado por causa da greve.

Na ocasião, a secretária Mônica Freitas informou às mães que ainda esta semana o município contratará dois cozinheiros, um auxiliar de serviços gerais e ainda seis educadores para garantir a reabertura do CEI. “As 34 crianças atendidas neste espaço voltarão a ser acolhidas e as mães poderão voltar a ter a tranquilidade de ir para o trabalho sabendo que seu filho estará sendo bem cuidado. Todas as outras unidades que estiverem funcionando parcialmente também serão beneficiadas com essa contratação emergencial porque temos respeito pelas pessoas e responsabilidade”.

“Essa foi a melhor notícia dos últimos dias. Os meus dois filhos estão matriculados no CEI Irmã Dulce e, por causa das paralisações e, agora, da greve, não estava podendo trabalhar. Agora estou tranquila porque sei que a Prefeitura está do nosso lado e que os meus filhos voltarão para a sala de aula”, afirmou a costureira Luana Augusto da Conceição.

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