Vagas para professor colaborador na Unicentro - PR

EDITAL Nº 055/2013-DIRCOAV/UNICENTRO

ABERTURA DE TESTE SELETIVO PARA ADMISSÃO DE PROFESSORES COLABORADORES


O Reitor, a Pró-Reitora de Recursos Humanos e a Diretora de Concursos da Universidade Estadual do Centro-Oeste, UNICENTRO, no uso de suas atribuições, e

considerando o art. 37, inciso IX, da Constituição Federal;

considerando o art. 27, inciso IX, da Constituição do Estado do Paraná;

considerando a Lei Estadual nº 9.198, de 18 de janeiro de 1990;

considerando a Lei Federal nº 8.745, de 9 de dezembro de 1993;

considerando a Lei Complementar nº 108, de 18 de maio de 2005, alterada pela Lei Complementar nº 121, de 29 de agosto de 2007;

considerando o Decreto nº 5.733, de 28 agosto de 2012;

considerando a solicitação de Departamentos Pedagógicos para abertura de Teste Seletivo;

considerando a necessidade de contratação de docentes em decorrência de: afastamento para qualificação, licença maternidade, exonerações etc.;

considerando rescisões e términos de contratos de professores colaboradores; e de conformidade com as Resoluções nº 215-GR/UNICENTRO, de 14 de agosto de 2013, e nº 234-GR/UNICENTRO, de 16 de agosto de 2013, e legislação aplicável a espécie, TORNAM PÚBLICO a realização de Teste Seletivo para Admissão de Professores Colaboradores, na UNICENTRO, por tempo determinado, de acordo com o número de vagas e condicionado à disponibilidade financeira/orçamentária e interesse institucional, para os Setores de Conhecimento, Departamentos Pedagógicos, para as áreas ou matérias e para os regimes de trabalho, conforme dispõe o presente Edital e seus anexos:

1. Da ciência e aceitação

Ao efetuar sua inscrição o candidato aceita, irrestritamente, as normas estabelecidas neste Edital, assim como as demais normas estabelecidas pela UNICENTRO para realização do Teste Seletivo.

2. Das inscrições

2.1. As inscrições são feitas pela Internet, no endereço www.unicentro.br, e a entrega da documentação exigida para a inscrição é feita no Protocolo do Campus Santa Cruz (Rua Salvatore Renna – Padre Salvador, 875, Santa Cruz, Guarapuava, Paraná), no Protocolo do Campus CEDETEG (Rua Simeão Camargo Varela de Sá, 03, Vila Carli, Guarapuava, Paraná), no Protocolo do Campus de Irati (PR 153, Km 07, Riozinho, Irati, Paraná), ou por correspondência postada por SEDEX, nos períodos relacionados abaixo.

2.1.1. Para os candidatos que optarem pela entrega da documentação exigida diretamente nos Protocolos da UNICENTRO, a inscrição via Internet é feita no período de 20 a 23 de agosto de 2013 e a entrega da documentação exigida deve ser feita nos dias 20, 21, 22, 23 ou 27 de agosto de 2013.

2.1.2. Para os candidatos que optarem pelo envio da documentação exigida por correspondência postada por SEDEX, a inscrição via Internet e o envio da documentação exigida são feitos no período de 20 a 23 de agosto de 2013, ao endereço:

Universidade Estadual do Centro-Oeste, UNICENTRO
Diretoria de Concursos, DIRCOAV
TESTE SELETIVO PARA PROFESSORES COLABORADORES – EDITAL Nº 055/2013-DIRCOAV/UNICENTRO
Rua Salvatore Renna – Padre Salvador (Antiga Presidente Zacarias), 875 – Santa Cruz
Caixa Postal 3.010 – Guarapuava, PR – CEP 85.015-430

2.2. O valor da taxa de inscrição é de R$ 80,00 (oitenta reais), o qual é pago mediante boleto bancário gerado na página da UNICENTRO (www.unicentro.br), durante os procedimentos de inscrição. O recolhimento da taxa de inscrição é feito na rede bancária brasileira, dentro de suas condições de funcionamento e normas, conforme cronograma a seguir:

2.2.1. Para os candidatos que optarem pela entrega da documentação exigida diretamente nos Protocolos da UNICENTRO, o recolhimento da taxa de inscrição é feito até o dia 27 de agosto de 2013.

2.2.2. Para os candidatos que optarem pelo envio da documentação exigida por correspondência postada por SEDEX, o recolhimento da taxa de inscrição é feito até o dia 23 de agosto de 2013.

2.3. A inscrição só é confirmada após a informação, pelo banco, do pagamento da taxa de inscrição.

2.4. A Diretoria de Concursos, DIRCOAV, da UNICENTRO, não se responsabiliza por inscrições não recebidas por motivo de ordem técnica dos computadores, falhas de comunicação, congestionamento das linhas de comunicação, bem como outros fatores de ordem técnica que impossibilitem a transferência de dados.

2.5. Na ocorrência do previsto no subitem anterior, a comprovação da inscrição, mediante recurso, cabe exclusivamente ao candidato.

2.6. O candidato pode inscrever-se somente em uma área ou matéria e apenas em uma Unidade Universitária. Caso, durante o período de inscrição, efetue o cadastro no sistema mais de uma vez, é considerada somente a última inscrição feita e paga, sem direito a restituição de valores pagos indevidamente.

2.7. Em nenhuma hipótese é devolvida a taxa de inscrição.

2.8. O candidato que prestar declaração falsa ou inexata, em qualquer documento, ainda que verificada posteriormente, é excluído do processo do Teste Seletivo ou é penalizado com a rescisão motivada do contrato.

2.9. Horários de funcionamento dos Protocolos dos Campi da UNICENTRO, exceto no dia 26 de agosto de 2013:

2.9.1. Protocolo do Campus Santa Cruz: das 8h às 11h30min, das 13h às 17h30min e das 19h às 22h30min.

2.9.2. Protocolo do Campus CEDETEG: das 8h às 11h30min, das 13h às 17h30min e das 18h30min às 22h.

2.9.3. Protocolo do Campus de Irati: das 8h às 12h, das 13h às 17h30min e das 19h às 22h30min.

3. Dos documentos necessários à consolidação da inscrição

a) Requerimento de inscrição, gerado no momento da inscrição via Internet.

b) Uma fotografia 3×4, recente, a ser colada em campo próprio no requerimento de inscrição.

c) Comprovante original de pagamento da taxa de inscrição, juntamente com o boleto bancário. Não são aceitos comprovantes de agendamento bancário.

d) Declaração, gerada no momento da inscrição via Internet, concordando com as normas do Teste Seletivo.

e) Procuração por instrumento particular, com firma reconhecida e com poderes específicos, para que o outorgado promova a entrega da documentação de inscrição para o Teste Seletivo, caso a entrega não seja feita pelo próprio candidato. A entrega da documentação por correspondência postada por SEDEX não necessita de procuração.

f) Fotocópia da Cédula de Identidade, ou documento equivalente com fotografia.

g) Fotocópia do documento de inscrição no Cadastro de Pessoa Física, CPF/MF, ou documento equivalente, que contiver o número do documento de inscrição no Cadastro de Pessoa Física, CPF/MF.

h) Se estrangeiro, comprovante de naturalização brasileira ou de nacionalidade portuguesa com privilégio legal.

i) Fotocópia do Título de Eleitor.

j) Fotocópia do comprovante de votação na última eleição ou Certidão de quitação das obrigações eleitorais, que pode ser obtida na página do TSE, www.tse.gov.br, ou na Justiça Eleitoral da cidade de votação do candidato.

k) Fotocópia (frente e verso) autenticada em cartório do Diploma ou Certificado de Conclusão de Curso de Graduação Plena reconhecido.

l) Fotocópia autenticada em cartório do Histórico Escolar correspondente ao Diploma ou Certificado do Curso de Graduação Plena.

m) Fotocópia autenticada em cartório do Diploma ou Certificado de Conclusão de Curso de Pós-Graduação.

n) Fotocópia autenticada em cartório do Histórico Escolar correspondente ao Diploma ou Certificado do Curso de Pós-Graduação.

o) Gabarito para Avaliação da Prova de Títulos, devidamente preenchido, acompanhado de Curriculum Vitae encadernado com fotocópias dos documentos comprobatórios organizados de acordo com a ordem do Gabarito.

3.1. Cabe ao candidato o ônus da prova das exigências legais quanto à titulação.

3.2. Quanto à comprovação de conclusão do Curso de Mestrado ou do Curso de Doutorado, o requerente pode, excepcionalmente, anexar um dos seguintes documentos, que podem ser aceitos de forma condicional até o momento da contratação, caso o candidato tenha sido aprovado:

I – cópia da ata de defesa assinada pela banca examinadora e expedida pela Instituição em que o curso foi realizado, desde que não contenha quaisquer ressalvas, e fotocópia autenticada em cartório do Histórico Escolar; ou

II – declaração oficial de conclusão do curso emitiu, e fotocópia autenticada em cartório do Histórico Escolar.

3.3. As fotocópias dos documentos constantes das alíneas “k” a “n” devem corresponder com os requisitos constantes do quadro de vagas, Anexo I deste Edital, conforme a área ou matéria de inscrição escolhida pelo candidato.

3.4. Das atividades relacionadas e comprovadas que se enquadrem nos grupos III e IV do Gabarito para Avaliação da Prova de Títulos, são consideradas apenas as atividades dos últimos cinco anos.

3.5. Não são aceitas inscrições ou documentos enviados via fax ou e-mail.

3.6. Não é aceita juntada de documentos adicionais de inscrição após a entrega oficial determinada nos subitens 2.1.1 e 2.1.2 deste Edital, exceto no que se referem os subitens 6.1 e 6.2 deste Edital.

4. Dos procedimentos para encaminhamento da documentação exigida para a inscrição

4.1. A documentação deve ser encaminhada em envelopes próprios e com etiquetas próprias, geradas quando da realização da inscrição, da seguinte forma:

4.1.1. Envelope 01 (sem encadernação): documentos constantes do item 3, alíneas “a”, “b”, “c”, “d” e “e” (quando for o caso).

4.1.2. Envelope 02 (sem encadernação): documentos constantes do item 3, alíneas “f”, “g”, “h”, “i”, “j”, “k”, “l”, “m” e “n”.

4.1.3. Envelope 03: Gabarito para Avaliação da Prova de Títulos, devidamente preenchido e sem encadernação, acompanhado de Curriculum Vitae encadernado com fotocópias dos documentos comprobatórios organizados, de acordo com a ordem do Gabarito.

4.2. Os candidatos que optarem pela inscrição por correspondência postada por SEDEX, encaminham os três envelopes por meio de postagem única.

5. Da homologação ou não das inscrições

5.1. Encerrado o prazo de inscrições, os requerimentos, com a respectiva documentação, são apreciados pela Comissão Especial de Concurso e Avaliação Docente. O Edital de homologação das inscrições é emitido no dia 28 de agosto de 2013.

5.2. A Comissão Especial de Concurso e Avaliação Docente pode indeferir o requerimento da inscrição que não preencher os requisitos exigidos neste Edital.

6. Da reconsideração de inscrições não aceitas

6.1. O candidato que tiver seu pedido de inscrição indeferido pode impetrar recurso, pessoalmente ou por intermédio de procurador (observando o contido no item 3, alínea “e”, deste Edital), nos Protocolos dos Campi Santa Cruz, CEDETEG e de Irati, nos dias 29 e 30 de agosto de 2013.

6.2. O recurso versa somente sobre o motivo do indeferimento de inscrição, não sendo possível juntada de documentos adicionais referentes à prova de títulos.

6.3. O recurso é julgado por uma comissão especial designada pela Reitoria.

6.4. A Diretoria de Concursos emite edital ao receber o parecer da Comissão de Julgamento de Recursos no dia 3 de setembro de 2013, sendo lançados neste edital os nomes dos candidatos que tiverem providos os recursos impetrados.

7. Das datas da prova didática e do sorteio dos pontos

LOCAL DE REALIZAÇÃO DATA DO SORTEIO DO PONTO DA PROVA DIDÁTICA DATA DE REALIZAÇÃO DA PROVA DIDÁTICA
Campus Santa Cruz (vagas ofertadas para as Unidades Universitárias de Guarapuava) Rua Salvatore Renna – Padre Salvador, 875, Santa Cruz, Guarapuava, Paraná 4 de setembro de 2013, às 8h 5 de setembro de 2013
Campus de Irati (vagas ofertadas para a Unidades Universitárias de Irati) PR 153, Km 07, Riozinho, Irati, Paraná 4 de setembro de 2013, às 8h 5 de setembro de 2013

7.1. A lista de dez pontos e respectiva bibliografia sugerida de cada área ou matéria constam do Anexo II deste Edital.

7.2. O sorteio do ponto da prova didática é realizado no hall de entrada do Campus Santa Cruz, para as vagas ofertadas para Guarapuava, e do Campus de Irati, para as vagas ofertadas para Irati. Os pontos sorteados são divulgados na página da UNICENTRO (www.unicentro.br), concomitantemente com a publicação em Diário Oficial.

7.3. O Teste Seletivo é realizado no Campus Santa Cruz, para as vagas ofertadas no Campus de Irati, para as vagas ofertadas para as Unidades Universitárias de Irati. Caso não haja salas suficientes para a realização da prova didática no Campus Santa Cruz, parte dos candidatos são transferidos para o Campus CEDETEG.

7.4. Os horários de realização da prova didática constam do edital de homologação e convocação para a prova didática, a ser expedido pela Diretoria de Concursos, no dia 28 de agosto de 2013.

7.5. Se o número de candidatos de uma ou mais áreas ou matérias exceder na distribuição dos horários possíveis para a realização da prova didática, no dia 5 de setembro de 2013, os candidatos remanescentes realizam a prova didática nos dias subsequentes, respeitando também o contido na Lei Estadual nº 16.653, de 9 de dezembro de 2010.

7.6. Somente podem submeter-se às provas os candidatos que tenham a inscrição homologada.

7.7. Somente será permitida a prestação de provas e/ou etapas ao candidato que exibir documento oficial de identificação.

7.7.1. São considerados documentos oficiais de identidade para fins deste Teste Seletivo: Carteiras expedidas pelos Comandos Militares, pelas Secretarias de Justiça, pelas Secretarias de Segurança Pública; Carteiras expedidas pelos Órgãos Fiscalizadores de Exercício Profissional (Ordens, Conselhos etc. Público, Carteiras Funcionais expedidas por órgão público que, por lei federal, valham como identidade; Carteira de Trabalho e Previdência Social e Carteira Nacional de Habilitação com fotografia.

8. Das provas

8.1. Da prova didática:

8.1.1. A prova didática, de caráter público e eliminatório, visa apurar a capacidade de planejamento de aula, de comunicação e de síntese do candidato, bem como seu conhecimento na matéria e domínio nos processos e nas técnicas de ensino, constando de uma preleção, em nível superior, com duração de cinquenta minutos, sobre o ponto sorteado de uma lista de dez pontos.

8.1.2. A prova didática é feita na ordem alfabética dos candidatos com inscrições homologadas, perante a banca, exceto quando o candidato tiver inscrição homologada após pedido de reconsideração formulado na forma do item 6, e subitens, deste Edital.

8.1.3. Os candidatos com inscrições homologadas para as vagas ofertadas para as Unidades Universitárias de Guarapuava fazem a preleção, sobre o ponto sorteado, no Campus Santa Cruz. Caso não haja salas suficientes para a realização da prova didática no Campus Santa Cruz, parte dos candidatos são transferidos para o Campus CEDETEG.

8.1.4. Os candidatos com inscrições homologadas para as vagas ofertadas para as Unidades Universitárias de Irati fazem a preleção, sobre o ponto sorteado, no Campus de Irati.

8.1.5. Os recursos didáticos a serem utilizados na prova didática são de responsabilidade e de livre escolha do candidato, podendo ser disponibilizados pela Instituição de acordo com suas possibilidades.

8.1.6. É vedado aos candidatos assistirem à prova didática dos demais concorrentes.

8.2. Da prova de títulos:

8.2.1. A prova de títulos, de caráter classificatório, caracteriza-se pela análise e avaliação dos títulos constantes do Curriculum Vitae do candidato aprovado na prova didática, em conformidade com o Gabarito para Avaliação da Prova de Títulos.

8.2.2. A nota da prova de títulos (NPT) é o resultado da divisão entre a pontuação do candidato e a maior pontuação obtida entre os candidatos da respectiva área ou matéria, multiplicado por dez, conforme fórmula seguinte:

(NPT = PONTUAÇÃO DO CANDIDATO NA PROVA DE TÍTULOS x 10) / MAIOR PONTUAÇÃO OBTIDA NA PROVA DE TÍTULOS ENTRE OS CANDIDATOS DA MESMA ÁREA OU MATÉRIA

8.3. Das bancas examinadoras:

8.3.1. As bancas examinadoras são constituídas de três membros e um suplente, com titulação igual ou superior a do candidato.

8.3.2. Nos casos de impedimento e/ou suspeição, cabe aos candidatos inscritos recurso à Diretoria de Concursos, para impugnação da composição das bancas examinadoras, no prazo de dois dias úteis, a contar da publicação do edital de bancas examinadoras. O pedido de recurso deve ser justificado e indicar com precisão o ponto sobre o qual versa a reclamação, sob pena de não ser acatado.

8.3.3. Cada recurso é admitido uma única vez, não cabendo o pedido de reconsideração ou recurso à instância superior.

9. Da nota de aprovação e da média classificatória

9.1. A nota mínima para aprovação na prova didática é igual ou superior a seis, na escala de zero a dez.

9.2. A média classificatória ou final é a média ponderada entre a nota de aprovação na prova didática, com peso três, e a nota da prova de títulos, com peso dois, com duas casas decimais.

9.3. Em caso de empate entre candidatos que concorrem à mesma área ou matéria, é dada a preferência ao candidato que, pela ordem:

a) tiver a idade mais elevada;

b) tiver maior nota na prova didática;

c) tiver maior nota na prova de títulos.

9.4. Não fazem parte da lista de classificados os candidatos que não obtiverem a nota mínima de aprovação referida no subitem 9.1 deste Edital.

10. Da publicação dos resultados

10.1. O resultado do Teste Seletivo é publicado pela Diretoria de Concursos a partir do dia 9 de setembro de 2013, por meio de Edital afixado em local próprio, nos Campi e na página da UNICENTRO, concomitantemente com a publicação em Diário Oficial.

10.2. Do resultado cabe recurso no prazo de dois dias úteis, contados da publicação do edital de aprovação e classificação emitido pela DIRCOAV. O pedido de recurso deve ser justificado e indicar com precisão o ponto sobre o qual versa a reclamação, sob pena de não ser acatado.

10.3. Cada recurso é admitido uma única vez, não cabendo o pedido de reconsideração ou recurso à instância superior.

10.4. Em todas as fases do Teste Seletivo, as vias oficiais de comunicação entre a UNICENTRO e os candidatos são os editais publicados na Internet, no hall de entrada dos Campi Universitários e no Diário Oficial.

11. Das contratações e da validade do Teste Seletivo em oferta, tem validade de classificação.

11.2. A aprovação do candidato no Teste Seletivo não gera direito à contratação, ficando esta condicionada à disponibilidade financeira/orçamentária e interesse institucional.

11.3. Não é procedida contratação que resulte em acúmulo ilegal de cargos, empregos ou funções públicas.

11.4. Os candidatos aprovados, de acordo com o número de vagas e condicionado à disponibilidade financeira/orçamentária e interesse institucional, podem ser contratados por prazo determinado no regime Contrato de Regime Especial para Professor Colaborador de Ensino Superior, pelo período de até doze meses. O prazo pode ser prorrogado, desde que não ultrapasse o limite máximo de dois anos, a critério da instituição. Os professores chamados para contratação podem ser designados para atuar nos Campi e/ou Campi Avançados da UNICENTRO.

11.5. A alteração na qualificação pessoal do contratado, no decorrer do contrato, não implica direito de promoção ou ascensão funcional e remuneratória.

11.6. Toda documentação exigida para contratação deve ser apresentada no original e fotocópia, conforme edital de convocação emitido pela Pró-Reitoria de Recursos Humanos, PRORH, da UNICENTRO, quando da convocação para os exames pré­admissionais. A não apresentação da documentação exigida implica a eliminação do candidato.

12. Da devolução dos documentos dos candidatos:

Os documentos dos candidatos não classificados ou que tiveram sua inscrição indeferida são retirados na Divisão de Arquivo Geral do Campus Santa Cruz (Rua Salvatore Renna – Padre Salvador, 875, Santa Cruz, Guarapuava, Paraná), no prazo máximo de cento e vinte dias, a contar da homologação do resultado final do teste seletivo, após o qual são fragmentados.

13. Dos anexos deste Edital

Constituem anexos deste Edital:

Anexo I – Quadro de vagas para Teste Seletivo;

Anexo II – Lista de pontos e respectiva bibliografia sugerida de cada área ou matéria;

Anexo III – Tabela de salários para Professores Colaboradores.

14. Dos casos omissos

Durante a realização do Teste Seletivo, os casos omissos são resolvidos pela Comissão Especial de Concurso e Avaliação Docente ou submetidos à apreciação dos órgãos superiores da Universidade.

15. As informações complementares são fornecidas aos interessados:

a) pela Diretoria de Concursos, DIRCOAV: fone (0**42) 3621-1084 ou (0**42) 3621-1047, exceto no dia 26 de agosto de 2013;

b) pelo Protocolo do Campus Santa Cruz, na Rua Salvatore Renna – Padre Salvador, nº 875, Bairro Santa Cruz, Guarapuava, Paraná, fone (0**42) 3621-1014, exceto no dia 26 de agosto de 2013;

c) pelo Protocolo do Campus CEDETEG, na Rua Simeão Camargo Varela de Sá, 03, Bairro Vila Carli, Guarapuava, Paraná, fone (0**42) 3629-8101, exceto no dia 26 de agosto de 2013;

d) pela Divisão de Recursos Humanos do Campus de Irati, fone/fax (0**42) 3421-3058, exceto no dia 26 de agosto de 2013;

e) pela Divisão de Concursos e Avaliação do Campus de Irati, fone/fax (0**42) 3421-3069, exceto no dia 26 de agosto de 2013;

f) pelo Protocolo do Campus de Irati, na PR 153, km 7, Bairro Riozinho, Irati, Paraná – fone/fax (0**42) 3421-3066, exceto no dia 26 de agosto de 2013;

g) pela internet, no endereço: www.unicentro.br;

h) ou pelo E-mail: dircoav@unicentro.br.

Guarapuava, 16 de agosto de 2013.

Prof. Aldo Nelson Bona,
Reitor.

Prof ª Roseli de Oliveira Machado,
Pró-Reitora de Recursos Humanos.

Prof ª Neide Hiroko Takata,
Diretora de Concursos.

ANEXO I

QUADRO DE VAGAS PARA TESTE SELETIVO

1. SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS, SEAA, UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE IRATI, UNICENTRO

DEPTO. GRANDE ÁREA ÁREA OU MATÉRIA RT VAGAS REQUISITO MÍNIMO
GRADUAÇÃO PÓS-GRADUAÇÃO
DENAM Engenharia Ambiental Gestão de Recursos Naturais 40 01 Graduado em Engenharias ou Graduado em Ciências Biológicas ou Graduado em Ecologia Mestre

2. SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA, SEET, UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE GUARAPUAVA, UNICENTRO

DEPTO. GRANDE ÁREA ÁREA OU MATÉRIA RT VAGAS REQUISITO MÍNIMO
GRADUAÇÃO PÓS-GRADUAÇÃO
DEFIS Física Física 40 01 Graduado em Física  
DEMAT Matemática Matemática 40 01 Graduado em Matemática  

3. SETOR DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES, SEHLA, UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE GUARAPUAVA

DEPTO. GRANDE ÁREA ÁREA OU MATÉRIA RT VAGAS REQUISITO MÍNIMO
GRADUAÇÃO PÓS-GRADUAÇÃO
DEART Artes Arte e Ensino 20 03 Graduado em Artes Especialista nas subáreas de Arte ou Educação
DELET Linguística, Letras e Artes Língua Inglesa 40 01 Graduado em Letras Inglês e Literaturas de Língua Inglesa Mestre
Língua Italiana 26 01 Graduado, com comprovação de cursos e/ou vivência no exterior no que concerne à Língua Italiana
Língua Portuguesa e Linguística 40 01 Graduado em Letras Português e Literaturas de Língua Portuguesa Mestre

4. SETOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE, SES, UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE GUARAPUAVA, UNICENTRO

DEPTO. GRANDE ÁREA ÁREA OU MATÉRIA RT VAGAS REQUISITO MÍNIMO
GRADUAÇÃO PÓS-GRADUAÇÃO
DENUT Ciências da Saúde Ciências da Alimentação e Nutrição 16 01 Graduado em Nutrição Especialista

5. SETOR DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS, SESA, UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE GUARAPUAVA, UNICENTRO

DEPTO. GRANDE ÁREA ÁREA OU MATÉRIA RT VAGAS REQUISITO MÍNIMO
GRADUAÇÃO PÓS-GRADUAÇÃO
DECIC Contabilidade Contabilidade Geral 20 02 Graduado em Ciências Contábeis Especialista na Área de Ciências Sociais Aplicadas

ANEXO II

LISTA DE PONTOS E RESPECTIVA BIBLIOGRAFIA SUGERIDA DE CADA ÁREA OU MATÉRIA

1. SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS, SEAA, UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE IRATI, UNICENTRO

1.1. ÁREA OU MATÉRIA: GESTÃO DE RECURSOS NATURAIS – RT 40 (Irati)

1. Planejamento Urbano e Regional; 2. Gestão de Recursos Naturais Renováveis e não Renováveis; 3. Avaliação de Impacto Ambiental; 4. Indicadores Ambientais; 5. Gestão de Unidades de Conservação; 6. Legislação Ambiental; 7. Avaliação e Gerenciamento de Risco Ambiental; 8. Auditoria Ambiental; 9. Sistemas de Gestão Ambiental; 10. Gestão Ambiental na indústria.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA:

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR ISO 14001: Sistemas de gestão ambiental – Especificação e diretrizes para uso. Rio de Janeiro, out. 1996b. 14 p.

AGENDA 21. Conferência das Nações Unidas sobre meio ambiente e desenvolvimento. 2. ed. Brasília: Senado Federal, 1997.

ART, H. W. Dicionário de ecologia e ciências ambientais. São Paulo: Melhoramentos, 1998. 583 p.

BERNARDES DE ANDRADE, R. et al. Gestão Ambiental. São Paulo: Makron Books, 2000.

BRAGA, Benedito; HESPANHOL, Ivanildo; CONEJO, João G. Lotufo; BARROS, Mario Tadeu L de; SPENCER, Milton; Porto, Mônica; NUCCI, Nelson; JULIANO,

Neusa; EIGER, Sérgio – Introdução à Engenharia Ambiental. Prentice Hall, São Paulo, 2002. 305p.

BRASIL. Secretaria do Meio Ambiente. Manual de orientação EIA – Estudo de Impactos Ambientais e RIMA – Relatório de Impacto Ambiental. São Paulo: Secretaria do Meio Ambiente do GESP, 1992.

CETESB. Manual de Gerenciamento de Áreas Contaminadas. São Paulo: CETESB, 1999.

CHEHEBE, José Ribamar B. Análise do ciclo de vida de produtos: ferramenta gerencial da ISO 14000. Rio de janeiro: Qualitymark,1998. 104 p.

CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. Avaliação e perícia ambiental. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. 266 p.

CAJAZEIRA, J.E.R. ISO 14001 – Manual de implantação. Rio de Janeiro. Qualitymark, 1998. 117 p.

CARSON, W. H. Manual global de ecologia: o que você pode fazer a respeito da crise do meio ambiente. São Paulo: Augustos, 1996. 413 p.

DAVIS, M. L.; CORNWELL, D. A. Introduction to environmental engineering. New York: McGraw Hill, 1991.

D`ÀVIGNON, A.et al. Manual de Auditoria Ambiental. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001.

DISEP, C.F. Macedo. Direito Ambiental Econômico e a ISO 14000: Análise Jurídica do Modelo de Gestão Ambiental e Certificação ISO 14001. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004.

DONAIRE, D. Gestão Ambiental nas Empresas. São Paulo: Atlas,1995

FERRARI, C. Curso de planejamento ambiental integrado: urbanismo. São Paulo, Ed. Livraria Pioneira, 1979, 2ª ed.

FRANCO, M. de A. R. Planejamento ambiental para a cidade sustentável. São Paulo. Annablume. 2000. 296 p.

LORA, Electro Eduardo Silva Lora. Prevenção e controle da poluição nos setores energético, industrial e de transporte. Brasília, ANEEL, 2000. 503 p. 164p.

MACHADO, P. A. L. Direito Ambiental Brasileiro. 11 ed. São Paulo: Malheiros, 2003. 1064 p

MAIMAON, D. Passaporte verde: gestão ambiental e competitividade. Qualitymark editora Ltda, 1996.

MARTINI JÚNIOR, Luiz Carlos de. Gestão Ambiental na Indústria. Rio de Janeiro: Destaque, 2003.

MOTA, S. Introdução à engenharia ambiental. RIO DE JANEIRO: ABES, 1997. 292P.

MOTA, S. Urbanização e meio ambiente. Rio de Janeiro. ABES, 1999, 352p.

MOURA, L.A.A. Qualidade e Gestão Ambiental. 3ª ed. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2002.

PARANÁ (Estado). Lei nº 13.448 de 11 de janeiro de 2002. Trata da realização das auditorias ambientais compulsórias no Estado do Paraná. Curitiba, 2002.

NBR ISO 14040: Gestão ambiental – Avaliação do ciclo de vida – Princípios e estrutura. Rio de Janeiro, nov. 2001.

NBR ISO 14004: Sistemas de Gestão Ambiental. Diretrizes Gerais sobre Princípios e Técnicas de Apoio. Rio de Janeiro: ABNT, 1996.

NBR ISO 19011: Diretrizes para Auditorias de Sistema de Gestão da Qualidade e/ou Ambiental. Rio de Janeiro: ABNT, 2002

NEBEL, B. J. Environmental science: the way the world works. Englewood Cliffs, NJ: Prentice-Hall, 1990. 603 p

NUCCI, J. C. Qualidade ambiental & adensamento urbano: um estudo de ecologia e planejamento da paisagem aplicada ao distrito de Santa Cecília. São Paulo, MSP. Humanistas / FAPESP, 2001.

NÚCLEO DE APOIO INTEGRADO PRÓ-IGUAÇU. Gestão Ambiental, Programa de Treinamento e Capacitação: Coleta e destinação de resíduos sólidos. Curitiba, PR: FUPEF, sd. 34 p.

ODUM, E. P. Ecologia. São Paulo, EDUSP, 1969.

OLIVEIRA, Luis Marcelo. Guia de prevenção de acidentes geológicos urbanos. Curitiba: Mineropar, 1998. 52p.

PHILIPPI Jr, A. Saneamento, Saúde e Ambiente: Fundamentos para um desenvolvimento sustentável. São Paulo: Ed. Manole (Coleção Ambiental). 2005. 842p.

PHILIPPI JR, A.; ROMÉRO, M.A.; BRUNA, G.C. Curso de Gestão Ambiental Vol. 1. São Paulo: USP, 2004. 1045p

REIS, M. ISO 14000 – Gerenciamento ambiental: um novo desafio para a sua competitividade. Rio de Janeiro. Qualitymark Editora Ltda. 1996.

ROCCO, R. Legislação Brasileira do Meio Ambiente. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. 283 p.

ROSEN, M. Tecnologias e gestão ambiental. Prevenção da poluição. Brasília: Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), 2002. 290p.

SANCHEZ, L. E. Avaliação de Impacto Ambiental – Conceitos e métodos. São Paulo: Oficina de textos, 2006. 495p.

SANTOS, R. F. Planejamento ambiental: teoria e prática. São Paulo. Oficina de Textos, 2004, 184p.

TAUK-TORNISIELO, S. M.; GOBBI, N.; FOWLER, H. G. Análise ambiental: uma visão multidisciplinar. São Paulo: FUNDUNESP, 1995. 184 p.

VITERBO Jr., E. Sistema Integrado de Gestão Ambiental: Como Implementar um Sistema de Gestão que atenda à Norma ISO 14001, a partir de um Sistema Baseado na Norma ISO 9000. São Paulo: Aquariana, 1998.

VILELA JÚNIOR, A.V.; DEMAJOROVIC, J. Modelos e Ferramentas de Gestão Ambiental. Desafio e Perspectivas para as organizações. Editora Senac/São Paulo. 396p. 2006.

2. SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA, SEET, UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE GUARAPUAVA, UNICENTRO

2.1. ÁREA OU MATÉRIA: FÍSICA – RT 40 (Guarapuava)

1. Leis de Conservação: energia, momento linear e momento angular; 2. Campo Gravitacional; 3. Equação de Bernoulli; 4. Movimento Harmônico Simples; 5. Leis da Termodinâmica; 6. Propagação de Ondas Mecânicas; 7. Interferência e Difração da Luz; 8. Lei de Ampère e Lei de Faraday; 9. Lei de Gauss para a Eletricidade e o Magnetismo; 10. Ondas Eletromagnéticas: Propagação no Vácuo e na Matéria.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA:

NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. Vol. 1 e 2. 3ª Edição, Edgard Blücher.

RESNICK, R.; HALLIDAY, D.; KRANE, K. Física. 5ª ed. Rio de Janeiro, LTC, 2003.

SEARS, ZEMANSKI. Física. Addison Wesley, 2003.

SERWAY, R. A, JEWETT, J. W. Física. Thomson, 2004.

TIPLER, P. A. Física. 5ª ed. Rio de Janeiro, LTC, 2000.

2.2. ÁREA OU MATÉRIA: MATEMÁTICA – RT 40 (Guarapuava)

1. Diferenciabilidade e Continuidade; 2. Equações Diferenciais Lineares; 3. Espaços e Subespaços Vetoriais; 4. Geometria Analítica em R3 – estudo do plano; 5. Integral de linha; 6. Regimes de Capitalização; 7. Regressão linear; 8. Série Geométrica; 9. Teorema Fundamental do Cálculo; 10. Transformações Lineares: Núcleo e Imagem.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA:

ANTON, H. Cálculo: um novo horizonte. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002.

ÁVILA, G. Introdução à Análise Matemática. São Paulo: Edgard Blucher, 1992.

BASSANEZI, R. C. Equações Diferenciais com Aplicações. Editora Harbra LTDA.

BOLDRINI, J. L. Álgebra Linear e aplicações. São Paulo: Editora Harbra, 1980.

BOULUS, P. e CAMARGO, I. Geometria Analítica. São Paulo: Makron, 1987.

BOYCE, W.E. e DIPRIMA, R.C. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno, LTC, 2010.

FIGUEIREDO, D. G. de. Análise. Rio de Janeiro: LTC, 1975.

FRANCISCO, W. Matemática Financeira. São Paulo: Atlas, 1985.

GOMES, F.P. Curso de Estatística Experimental. Piracicaba. Livraria Nobel. 1ª ed. 1987.

GUDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1987.

KOLMAN, B. Introdução à Álgebra Linear com aplicações. 6. ed. Rio de Janeiro, PHB.

LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Harbra, 1986.

LEVINE, D. M.; BERENSON, M. L.; STEPHAN, D. Estatística: teoria e aplicações. Rio de Janeiro:LTC, 2000.

MORETTIN, L. G. Estatística Básica- Vol I- Probabilidade. São Paulo:Makrons Books, 1999.

MORETTIN, L. G. Estatística básica: Inferência. São Paulo: Makron Books, 2000.

SIMMONS, G. F. Cálculo com Geometria Analítica. 2. ed. São Paulo: MacGraw-Hill do Brasil, 1994.

SOONG, T.T. Modelos Probabilísticas em Engenharia e Ciências. LTC, 1986.

STEINBRUCH, A. Álgebra Linear. 2. ed. São Paulo: Makron Books.

STEWART, J. Cálculo. São Paulo. Pioneira Thomson Learning, 2006.

TRIOLA, M. F. Introdução à Estatística. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.

VERAS, L. L. Matemática Financeira. São Paulo: Atlas, 1986.

ZILL, D. G. Equações Diferenciais com Aplicações em Modelagem. São Paulo: Thomson, 2003

3. SETOR DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES, SEHLA, UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE GUARAPUAVA

3.1. ÁREA OU MATÉRIA: ARTE E ENSINO – RT 20 (Guarapuava)

1. Arte, cultura e ensino; 2. Arte/educação contemporânea; 3. Ensino da arte: abordagens conceituais e metodológicas; 4. Interculturalidade e diversidade no ensino da arte; 5. Ensino da arte: conhecimento artístico e percepção estética; 6. Currículo e avaliação no ensino da arte; 7. Legislação educacional e o ensino da arte; 8. Novas mídias e o ensino da arte; 9. Processos criativos no ensino da arte; 10. Propostas didáticas para o ensino da arte: com enfoque na contemporaneidade.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA:

BARBOSA, Ana Mae. Arte-educação no Brasil. 3ed. Editora Perspectiva. S.A.

______. Arte na Educação Contemporânea- consonâncias internacionais. 1ed. Editora Cortez,2006.

______. Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2008.

BARRETO, D. Dança… Ensino, Sentidos e Possibilidades na Escola. Campinas, SP: Autores Associados, 2004.

BENJAMIN, Walter. Magia e Técnica, Arte e Política. São Paulo: Brasiliense, 1994.

BRITO, Teca de Alencar. Música na Educação Infantil – Propostas para a formação integral da criança. 2ª ed. São Paulo: Peirópolis, 2003.BOLETIM ARTE NA

ESCOLA, Publicação da Rede Arte na Escola- Fundação IOCHPE.

BOSI,Alfredo. Reflexões sobre a arte. 6ed. Editora Ática, São Paulo, 1999.

CAMPOS, Neide Pelaez de Costa, Fabíola Circinbelli Búrigo.(org) Artes Visuais e Escola: para aprender e ensinar com imagens. Florianópolis: NOP/CED/UFSC, 2003.

CEDES, Cadernos. Arte na educação: Pesquisas e experiências em diálogo. Campinas: 2010.

COEL, César e Teberosky, Ana. Aprendendo arte. Conteúdos essenciais para o Ensino Fundamental. São Paulo: Ática, 2000.

CUNHA, Susana R.V. Cor, som e movimento: A expressão plástica, musical e dramática no cotidiano da criança. 3ed. Porto Alegre: Mediação, 2002.

DUARTE, Junior. A montanha e o videogame: Escritos sobre educação. Campinas: Papirus, 2010.

DUARTE, João Francisco. O sentido dos sentidos: A educação (do) sensível. 1ed. Criar, 2001.

FRITZEN, Celdon; MOREIRA, Janine. Educação e arte: As linguagens artísticas na formação humana. Campinas: Papirus, 2008.

HERNÁNDEZ, Fernando. Cultura visual, mudança educativa e Projeto de Trabalho. Trad. Jussara Haubert Rodrigues. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

IVELBERG, Rosa. Para gostar de aprender arte: sala de aula e formação de professores. Artmed: Porto Alegre, 2003.

MASON, Rachel. Por uma arte-educação multicultural. Campinas: Mercado de Letras, 2001.

MARQUES, I. Dançando na escola. São Paulo:Cortez, 2003.

MARTINS. Mirian C. F. D. Didática do ensino de arte: a língua do mundo: poetizar fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998.

MARTINS, Raimundo (org.). Visualidade e educação. Goiânia:FUNAPE,2008.

NACHMANOVICH, Stephen. Ser criativo: O poder da improvisação na vida e na arte. São Paulo: Summus, 1993.

PINO, Angel. O social e o cultural na obra de Vigotski. IN: Educação e Sociedade. vol.21 nº 71 Campinas: Julho, 2000.

RICHTER, Ivone Mendes. Interculturalidade e estética do cotidiano no ensino das artes visuais. Campinas, SP: Mercado das Letras, 2003.

SANTOS, Anderson, PINHEIRO. Diálogos entre arte e público: Caderno de textos. Recife: Fundação de Cultura, 2009.

SAVIANI, Dermeval. As concepções pedagógicas na história da educação brasileira. IN: O espaço acadêmico da pedagogia no Brasil”, financiado pelo CNPq, para o “projeto 20 anos do Histedbr. Campinas, 25 de agosto de 2005.

SCHLICHTA, Consuelo. Arte e educação, há um lugar para a arte no ensino médio?. Curitiba: Aymará, 2009.

VYGOTSKY, Lev Semenovic. Psicologia da arte. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

WROBLESVSKI, Danieli E. F. As tendências pedagógicas no ensino de artes. Trabalho apresentado no IX Congresso Nacional de Educação – EDUCERE. 2009

ZANELLA, Andréa Vieira, COSTA, Fabíola Cirimbelli Búrigo, MAHEIRIE,Kátia,e DA ROS, Sílvia Zanatta. Educação estética e constituição do sujeito. Florianópolis:NUP/CED/UFSC, 2007.

3.2. ÁREA OU MATÉRIA: LÍNGUA INGLESA – RT 40 (Guarapuava)

1. Critical reading instruction in EFL; 2. Research in applied linguistics and EFL teaching; 3. The sounds of English: Phonetics; 4. New literacy studies in the EFL teaching; 5. Language teacher education; 6. Second language teaching methodologies; 7. Teaching through the genre based approach: an introduction; 8. Teaching grammar within a discursive perspective; 9. Teaching writing for ESL students; 10. Teaching oral skills for ESL students.

SUGGESTED REFERENCES:

AKMAJIAN, A.; DEMERS, R.A.; FARMER, A.K.; HARNISH, R.M. Linguistics: An introduction to language and communication. The MIT Press, 2001.

BARRETO, R. G. Formação de professores, tecnologias e linguagens: mapeando velhos e novos (des)encontros. Rio de Janeiro: Edições Loyola, 2002.

BRINTON, L.J. The structure of modern English: A linguistic introduction. John Benjamins, 2000.

BRONCKART, J. Atividade de Linguagem, textos e discursos: por um interacionismo sócio-discursivo. Anna Rachel Machado, Pericles Cunha (Trad.). São Paulo : Educ, 1999.

BROWN, H. D. Principles of Language Learning and Teaching . (5th Edition). Pearson ESL, 2006.

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CABRAL, L. G., SOUZA, P DE, LOPES, R. E. V. & PAGOTTO, E. G. Linguística e ensino: novas tecnologias. Blumenau: Nova Letra, 2001.

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TOMITCH, L.M.B. Critical reading. Ilha do Desterro, 38, jan-jun., 2000.

WHITE, C. Language learning in distance education. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.

3.3. ÁREA OU MATÉRIA: LÍNGUA ITALIANA – RT 26 (Guarapuava)

1. Il pronome relativo che; 2. Concordanza singolare/plurale com verbi tipo mi piace/mi piacciono e mi sembra/mi sembrano; 3. Marcatori temporali del passato, per riferirsi a momenti del futuro e per esprimere desideri; 4. Le preposizioni articolate; 5. Elementi per descrivere le persone, per esprimere un parere sulle persone e per fare paragoni; 6. Processi di scrittura: la pianificazione e la revisione del testo; 7. Pronomi personalli soggetto; 8. Lingua e cultura italiana in contesto straniero; 9. Verbi ausiliari irregolari più usati; 10. Il participio passato: morfologia dei verbi regolari più frequenti.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA:

ALTIERI BIAGI, M. L.. La grammatica dal testo. Milano: APE Mursia, 1990.

BAILINI, S.; CONSONNO, S. I verbi italiani – grammatica, esercizi e giochi. Roma: Alma Edizioni,1992.

BELLIS, A. F.; SAVOIA, L. M. Sintassi e morfologia della lingua italiana d’uso: teorie e applicazioni descrittive: atti. Roma: Bulzoni, 1985.

BLINI, L.; BON, F.; NENCINI, R. & SANTONI, Nº Uno: corso comunicativo di italiano per stranieri. Roma: Bonacci Editore, 2002.

BRUNI, F. L’Italiano. Elementi di storia della lingua e

BUONO HODGART, L. Capire l’Italia e l’italiano. Lingua e cultura italiana oggi. Perugia: Guerra Edizioni, 2002.

CHIUCHIÙ, A. et. alli. I verbi italiani: regolari e irregolari. Perugia: Guerra Edizioni, 1983.

DARDANO M.. Manualetto di linguistica italiana. Bologna: Zanichelli, 1996.

DE GIULI, A. Le preposizioni italiane. Grammatica – esercizi – giochi. Firenze: Alma Edizioni, 1999.

DE MAURO T., LODI, M. Lingua e dialetti. Roma: Ed. Riuniti, 1993.

LEONE, P. Attività di ascolto 1. Recanati: ELI, 2003.

______. Attività di ascolto 2. Recanati: ELI, 2002.

MEZZADRI, M. Grammatica essenziale della lingua italiana. Roma: Guerra Edizioni, 2000.

PALERMO, M.; TRIFONE, P.. Grammatica italiana di base. Milano: Zanichelli, 2000.

PICHIASSI, M. & ZAGANELLI, G. Contesti italiani. Viaggio nell’italiano contemporaneo attraverso i testi. Perugia: Guerra Edizione, 1992.

RENZI, L., SALVI, G & CARDINALETTI, A. (Orgs.). Grande Grammatica Italiana de Consultazione. Bologna: il Mulino, 2001.

RUNI, F.; RASO, T. Manuale dell’italiano professionale. Teoria e didattica. Bologna: Zanichelli, 2002.

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ZANETTE, L. S.; RIBEIRO, J. F. M. Insieme: l`italiano per stranieri com elementi di civiltà. Curitiba: Hatier, 1992.

ZINGARELLI, Nº Vocabolario della lingua italiana. Bologna: Zanichelli, 2006.

3.4. ÁREA OU MATÉRIA: LÍNGUA PORTUGUESA E LINGUÍSTICA – RT 40 (Guarapuava)

1. Fenômenos fonético-fonológicos da língua portuguesa; 2. Aspectos derivacionais e flexionais da morfologia da língua portuguesa; 3. Classificação das palavras: da abordagem estrutural à discursiva; 4. Coordenação e subordinação nas relações de sentido entre orações e segmentos textuais; 5. Análise linguística: fenômenos sintático-semânticos da língua portuguesa; 6. Gramática normativa e gramática de uso: implicações, consonâncias e confrontos; 7. Gêneros textuais e gêneros discursivos; 8. Enunciação e níveis de análise linguística; 9. Lexicografia e dicionário; 10. Texto e discurso: especificidades e limites.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA:

BASÍLIO, M. Teoria Lexical. São Paulo: Ática. 2005.

BAKHTIN, M. Os gêneros do discurso. In: ____ Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992.

BAZERMAN, C. Gêneros textuais, tipificação e interação. São Paulo: Cortez, 2005.

BECHARA, E. Moderna Gramática Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.

BENVENISTE, E. Problemas de linguística geral. Campinas: Pontes, 1975. v. 2.

______. Problemas de linguística geral. Campinas: Pontes e Unicamp, 1966. v. 1.

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CALLOU, D; LEITE, Y. Iniciação à Fonética e à Fonologia. 2ª ed. Jorge Fahar Editor: Rio de Janeiro, 1993.

CÂMARA JR., J. M.. Estrutura da língua portuguesa. Petrópolis: Vozes, 1970.

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FIORIN, J. L. Introdução à Linguística. São Paulo: Contexto, 2002. Vol. 1 e 2.

GALVES, C. (org.). O texto, leitura e escrita. Campinas: Pontes, 2002.

GUIMARÃES, E.; ZOPPI-FONTANA, M. Introdução às Ciências da linguagem: A palavra e a frase. Campinas/SP: Pontes, 2006.

ILARI, R. Gramática do português falado: níveis de análise linguística. Campinas: Unicamp, 1993. v. 2.

KEHDI, V. Morfemas do português. São Paulo: Ática, 1996.

NEVES, M. H. de M. Ensino de Língua e Vivência de Linguagem. São Paulo: Contexto, 2011.

______. Gramática e texto. São Paulo: Contexto, 2006.

______. A gramática funcional. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

NUNES, J. H.; PETTER, M. História do saber lexical. Campinas: Pontes; São Paulo: Humanitas, 2002.

PAVEAU, M-A; SARFATI, G-E. As Grandes Teorias da Linguística: da gramática comparada à pragmática. São Carlos: Claraluz, 2006.

ROSA, Maria Carlota. Introdução à morfologia. São Paulo: Contexto, 2005.

SAUTCHUCK, I. Prática de morfossintaxe: como e por que aprender análise (morfo)sintática. 2.ed. Barueri, São Paulo, Manole: 2010.

SCHNEUWLY, B. e DOLZ, J. (trad e org Roxane Rojo). Gêneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004.

SILVA, T. C. Fonética e fonologia portuguesa. 6 ed. São Paulo : Contexto, 2002.

ZANOTTO, Nº Estrutura Mórfica da Língua Portuguesa. Caxias do Sul: Educs, 1986.

4. SETOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE, SES, UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE GUARAPUAVA, UNICENTRO

4.1. ÁREA OU MATÉRIA: CIÊNCIAS DA ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO – RT 16 (Guarapuava)

1. Instrumentos de Avaliação da Qualidade de Preparações de Cardápios em Unidades Produtoras de Refeições; 2. Intolerância Alimentar: tratamento dietoterápico; 3. Polí­ticas e programas de alimentação e nutrição governamentais na saúde pública brasileira; 4. Administração de Recursos Humanos em Unidades Produtoras de Refeições; 5. Nutrição e Alimentos Funcionais: Histórico e Evidências Científicas; 6. Terapia Nutricional na Obesidade; 7. O Programa de Alimentação do Trabalhador e o papel da nu­tricionista como agente de promoção da saúde; 8. Políticas Públicas em Aleitamento Materno; 9. Educação Nutricional em pacientes com Diabetes Mellitus; 10. Segurança alimentar e nutricional.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA:

ABREU, E.S.; SPINELLI, M. GLÓRIA, N.; PINTO, A.M.S. Gestão de Unidades de Alimentação e Nutrição: um modo de fazer. 3 ed. São Paulo: Metha, 2009.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde da criança – nutrição infantil: aleitamento materno e alimentação complementar. Brasília: Ministério da Saúde, 2009.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Manual operacional: programa nacional de suplementação de ferro. Brasília: Ministério da Saúde, 2005.

BRASIL. Lei nº 10.831, de 23 de dezembro de 2003. Dispõe sobre a agricultura orgânica e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 24 dez. 2003.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Organização Pan Americana da Saúde. Guia alimentar para crianças menores de dois anos. Brasília: Ministério da Saúde, 2002.

CAMACHO, P. M.; HOSSEN, G.; SIZEMORE, G. W. Endocrinologia baseada em evidências. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.

COZZOLINO, S. M. F. Biodisponibilidade de nutrientes. São Paulo: Manole, 2005.

FAUCI, A. S.; et al. Harrison: medicina interna. 14. ed. Rio de Janeiro: Mc Graw-Hill Interamericana do Brasil, 1998. 2. vol.

GIBNEY, M. J.; VORSTER, H. H.; KOK, F. J. Introdução à nutrição humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

GOLDMAN, L.; AUSIELLO, D. Cecil: tratado de medicina interna. 2ª ed. Elsevier: Rio de Janeiro, 2005. 2. vol.

ISOSALI, E. C. Manual de dietoterapia e avaliação nutricional do serviço de nutrição e dietética do Instituto do Coração – HCFMUSP. São Paulo: Atheneu, 2004.

KIMURA, A.Y. Planejamento e administração de custos em restaurantes industriais.

KRAEMER, F.B.; AGUIAR, O.B. Gestão de competências e qualificação profissional no segmento da alimentação coletiva. Revista de Nutrição, v.22, nº 5, p.609-619, 2009.

MAHAN, K.; SCOTT, S. Krause: alimentos, nutrição e dietoterapia. 10. ed. São Paulo: Roca, 2002.

MARTINS, C. C.; PIEROSAN, S. Terapia nutricional enteral e parenteral: manual de rotina técnica. Curitiba: Nutroclínica, 2000.

MEZOMO, I.F.B. O Serviço de Alimentação, Planejamento e Administração. 5ed. São Paulo: Manole, 2002.

MONTE, C. M. G.; GIUGLIANI, E. R. J. Recomendações para alimentação complementar da criança em aleitamento materno. Rio de Janeiro: Jornal de Pediatria, 2004. v. 80, nº 5, p. 131-41.

ORNELAS, L.H. Técnica Dietética, Seleção e Preparo de Alimentos. Atualizado por Shizuko Kashima e Marta Regina Verruma Bernardi. 8 ed. São Paulo: Atheneu, 2007.

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SILVA JÚNIOR, E.A. Manual de Controle Higiênico Sanitário em Serviços de Alimentação. 6. ed. São Paulo: Varela, 2005.

SOARES, J.L.F. Métodos diagnósticos: consulta rápida. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002.

SOLA, J.E. Manual de Dietoterapia da Enfermidades do Adulto. 6 ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1998.

STUMP, S. E. Nutrição Relacionada ao Diagnóstico e tratamento. 4 ed. São Paulo: Manole,1999.

TEIXEIRA, S. et al. Administração aplicada às unidades de alimentação e nutrição. São Paulo: Atheneu, 2006.

VICTORA, C. G. Intervenções para reduzir a mortalidade infantil, pré-escolar e materna no Brasil. São Paulo: Revista Brasileira de Epidemiologia, 2001.

WAITZBERG, D. L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2000.

WILLIANS, S. R. Fundamentos de nutrição e dietoterapia. 6. ed. Porto Alegra: Artes Médicas, 1997.

5. SETOR DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS, SESA, UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE GUARAPUAVA, UNICENTRO

5.1. ÁREA OU MATÉRIA: CONTABILIDADE GERAL – RT 20 (Guarapuava)

1. Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório Contábil-Financeiro; 2. Métodos de Custeio Variável e de Custeio por Absorção: análise comparativa; 3. Avaliação de investimentos permanentes em outras sociedades; 4. Comportamento de custos e análise custo/volume/lucro; 5. Normas de Auditoria das Demonstrações Contábeis; 6. Análise das Demonstrações Contábeis; 7. Contabilidade por responsabilidade e preços de transferência; 8. As formas de tributação nas empresas, no âmbito federal, e seus impactos nos resultados das empresas; 9. Demonstração de Fluxo de Caixa; 10. Demonstração de resultado do exercício e demonstração do valor adicionado: uma análise comparativa.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA:

ATIE, W. Auditoria Interna. 2.ª ed. São Paulo. Atlas, 2007.

ATKINSON, A.; KAPLAN; RAJIV. Contabilidade gerencial. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008.

CAMPOS FILHO, A. Demonstração dos fluxos de caixa: uma ferramenta indispensável para administrar uma empresa. São Paulo: Atlas, 1999. CFC – Conselho Federal de Contabilidade. NBC-T 11 – Normas de Auditoria Independente das Demonstrações Contábeis. Brasília: CFC, 1997.,

CPC – Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Pronunciamentos Técnicos Contábeis 2011. Brasília: CFC, 2012. Disponível em [http://www.cpc.org.br/pdf/cpc_pronunciamentos_2011.pdf]

FERREIRA, R.J. Manual de Auditoria. 7.ª ed. São Paulo, Atlas, 2009.

HANSEN, D. R.; MOWEN, M. M. Gestão de custos: Contabilidade e Controle. São Paulo: Pioneira Thomson Learnig, 2001.

HIGUCHI, H. Imposto de renda nas empresas. 3ª ed. São Paulo: IR Publicações, 2013.

HORNGREN, C. T. Introdução à contabilidade gerencial. Rio de Janeiro: PHB/Guanabara, [s. d.].

IOB – Informações objetivos. Caderno de Imposto de Renda e Legislação Societária.

IUDÍCIBUS, S. de. Análise de balanços. 6. ed. São Paulo: Atlas, 1998.

IUDÍCIBUS, S.; MARTINS, E.; GELBCKE, E.R.; SANTOS, A. Manual de contabilidade societária: aplicável a todas as Sociedades de Acordo com as Normas Internacionais e do CPC. São Paulo: Atlas, 2010.

MARTINS, E. Contabilidade de custos. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010.

MATARAZZO, D. C. Análise financeira de balanços: Abordagem básica e gerencial. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2003.

PADOVEZE, C. L. Contabilidade gerencial: um enfoque em sistema de informação contábil. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2007.

SANTOS, A. Demonstração do valor adicionado: Como elaborar e analisar a DVA. Atlas, 2003.

WARREN, C. S.; REEVE, J. M.; FESS, P. E. Contabilidade gerencial. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003.

ANEXO III

TABELA DE SALÁRIOS PARA PROFESSORES COLABORADORES*

REGIME DE TRABALHO Graduado Especialista Mestre Doutor
40 horas – Com TIDE ** 3.361,93 4.034,32 5.606,03 8.502,25
40 horas 2.168,99 2.602,79 3.616,79 5.485,32
26 horas 1.409,84 1.691,81 2.350,92 3.565.46
20 horas 1.084.50 1.301,39 1.808,40 2.742,66
16 horas 867,60 1.041,12 1.446,72 2.194,13

* Fonte: DIRP/UNICENTRO, em conformidade com a Lei Estadual nº 17.580, de 29 de maio de 2013.

** O cálculo do TIDE é de 55%, mediante projeto aprovado na Instituição, nos termos de regulamento específico, e só se aplica ao RT 40.

OBSERVAÇÃO:

1) Adicional de Titulação.

Os salários dos professores colaboradores detentores de títulos estão acrescidos de Adicionais de Titulação, conforme porcentagem abaixo:

TITULAÇÃO ADICIONAL DE TITULAÇÃO
ESPECIALISTA 20%
MESTRE 45%
DOUTOR 75%

Guarapuava, 16 de agosto de 2013.

Prof. Aldo Nelson Bona,
Reitor.

Prof. ª Roseli de Oliveira Machado,
Pró-Reitora de Recursos Humanos.

Prof. ª Neide Hiroko Takata,
Diretora de Concurso

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